terça-feira, 13 de julho de 2010

Ouvi e gostei

Minha primeira postagem foi sobre livros que li e gostei, mas, agora com a falta de tempo para ler livros venho acompanhando um programa de rádio e lembrei-me de falar sobre ele pois tem me ajudado muito nas redações por trazer informações de um jeito jovem, divertido e com diferentes opniões sobre os fatos.
O programa que ouvi, gostei e me viciei é o Pretinho Básico da rádio Atlântida. De segunda a sábado às 13h e às 18h na 104,5FM.
Tá dado o toque galera.

Queridos leitores

Estou entrando em férias e nesse período gostaria de manter contato. Não sei se será possível, quero concluir alguns cursos e imagino que não terei muito tempo para atualizar meu blog. E também não sei se terei tempo para ler algum livro. Já iniciei três livros nas últimas semanas e não consegui terminar nenhum. Os abandonei nas primeiras páginas e minha mãe devorou-os e depois contou-me o final da história então perdeu a graça de ler ansiosa pelo "e viveram felizes para sempre" (risos).
Então é isso, vou estudar para a apresentação de biologia sobre pré-natal que tenho amanhã cedo. E volto outra hora para colocar o papo em dia.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

2º Bimestre

Apesar de corrido e cansativo foram bastante satisfatórios nossos trabalhos realizados nesse bimestre, principalmente o trabalho de história proposto pela professora Angelita Borba. Como estávamos trabalhando sobre as décadas de 50, 60, 70, 80 e 90, levamos ao colégio alguns objetos de cada década, pesquisamos sobre o que era tendência na música, na moda. E para finalização do trabalho a professora pediu que tirassemos cinco fotos, uma de cada década. Improvisamos, pedimos roupas emprestadas de alguns professores, de vizinhos, amigos, conseguimos até um automóvel dos anos 1940. O resultado foi muita risada e união dos colegas, que tiveram que superar a vergonha de estar vestido com roupas antigas e fazer as mais variadas poses.

Acessibilidade

Segundo a Constituição Federal de 1998, no seu artigo 227, parágrafo segundo, estabelece que "a lei disporá sobre normas de fabricação de veículos de transporte coletivo, a fim de garantir o acesso adequado às pessoas portadoras de deficiência". Onde é que está esse "acesso adequado"? Na minha cidade por exemplo não tem nenhum veículo de transporte coletivo que garanta acesso adequado à um cadeirante. Infelizmente a lei não funciona conforme previsto. As verbas muitas vezes são desviadas, as pessoas não respeitam as vagas de estacionamento exclusivo, os prédios não dão acessibilidade, os taxistas fazem cara feia e não param, os ônibus não são adaptados e as pessoas, em vez de tratarem o deficiente físico como um cidadão, acabam os classificando como coitadinhos ou os rodeando de uma pena irritante. O especialista em acessibilidade, Edson Passafaro, comentou que muitos municípios desconhecem a legislação brasileira sobre o assunto "O que se constata é que o poder público, em qualquer instância, não está atento a implementação dessas políticas. Isto faz com que se exclua 27 milhões de pessoas com deficiência, cerca de 20 milhões de idosos e milhares de outras pessoas com algum tipo de dificuldade de locomoção".
Hoje existem carros adaptados, ônibus com elevadores, vagas de estacionamento exclusiva para cadeirantes. Mas e o mais pobre que não tem como adquirir um automóvel adaptado? E quantas são as poucas cidades que possuem ônibus adaptados? Onde estão as obras e serviços de adequação do espaço urbano e dos edifícios às necessidades de inclusão de toda a população? Todos nós temos o dever de respeitar e ajudar aquele que precisa que os olhos da sociedade se voltem pelo menos um pouco à suas dificuldades como subir em uma calçada que não tenha rampa, em chegar ao 2º andar de um prédio que não possui elevadores. É necessário que os engenheiros se preocupem com os deficientes físicos, que os políticos desviem menos verbas e invistam mais em obras para estes. Se os deficientes tiverem acesso para ir e vir sem necessitar da ajuda dos outros tornar-se-á tudo mas fácil para todos. Basta apenas um pouco mais de acessibilidade.

Olimpíadas de Língua Portuguesa

Na última semana do mês de maio trabalhamos o último texto das olimpíadas. Nosso trabalho foi feito baseado em um artigo sobre Maioridade Penal, de Renato Rosseno - advogado, coordenador do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente. A polêmica do texto é a idéia de que a partir dos 16 anos de idade os jovens que cometem crimes cumpram pena em prisão.
Com 16 anos adolescentes podem entrar em festas, votar, trabalhar... Então por que não cumprir igualmente os outros por seus crimes?
Nos dias de hoje a criminalidade começa tão cedo devido a falta de estrutura familiar. Os jovens sabem que a droga vicia e leva a morte, mas mesmo assim ele faz uso dela. Sabe também que transando sem camisinha ele corre o risco de contrair uma DST ou então de engravidar e por que é que não se previnem? Por que é tudo muito fácil!
Se ele rouba não pode cumprir pena em prisão por ser menor de idade, se engravida tem o direito de abortar porque não tinha consciência do que estava fazendo, que não tem maturidade sufuciente. Mas como é que para planejar um roubo, um assasinato, tráfico de drogas eles tem maturidade e imaginação das piores possíveis?
Se pararmos para pensar não adianta de nada jogarmos esse jovem na cadeia no meio de mais criminosos que passam o dia comendo e dormindo, contando sobre seus crimes, enquanto a família que ficou fora do presídio recebe ajuda governamental. Se tivessemos estrutura, cadeias onde os presos são obrigados a trabalhar, aí então resolveríamos o problema da criminalidade e poderíamos pensar na redução da maioridade penal.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Olimpíadas

Na última aula analisamos mais dois textos, desta vez individualmente. O 1º texto foi: "Brasileiro "ganha" 5 meses de vida em 1 ano" de Pedro Soares.
O texto foi públicado na Folha de São Paulo em dezembro de 2007 informando a população sobre o aumento da expectativa de vida dos brasileiros que nasceram no ano de 2006. Os fatores que contribuíram para esse aumento da expectativa de vida foram a melhoria no acesso à saúde, as campanhas de vacinação, a maior escolaridade, a prevenção de doenças e os avanços da medicina.
O 2º texto foi: "Violência não, educação sim" escrito por Antônio Ermírio de Moraes. É citada a nova estatística de mortalidade da população divulgada pelo IBGE e que lamentávelmente assim como o aumento da estatística de vida do brasileiro aumentou a violência no nosso país.
Ermírio acredita que a redução dos exageros no álcool e a eliminação de entorpecentes ajudariam na diminuição das mortes violentas. Claro que além dessas mudanças muitas outras teriam de acontecer nas famílias, escolas, igrejas, no trabalho. E que se cada um fizer a sua parte - por menor que seja- poderemos ter dias melhores.

Olimpíadas de Língua Portuguesa

No último dia 28 iniciamos as olimpíadas de língua portuguesa, estudamos alguns textos e em grupos retiramos algumas informações e expusemos aos colegas.
Os integrantes do meu 1º grupo foram: Jacque, José, Kellen e Larissa. Recebemos o texto "R$14,53 para viver o dia" escrito por Sylvia Romano, advogada trabalhista de São Paulo.
O artigo de opinião de Sylvia nos revela a triste realidade da maioria dos brasileiros, que recebem apenas um salário mínimo. Ela multiplica o valor do salário em 13 vezes e divide o valor por 365 dias do ano, chegando ao valor de R$14,53 para sobreviver um dia (o valor do salário é do ano de 2008: R$408,00).
Esse valor mal dá para a alimentação, quem dirá para as contas de água, luz, moradia, etc. Isso se o indivíduo não tiver mulher e filhos para sustentar. Por isso é que a criminalidade aumenta cada dia mais.